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13 DE MARÇO: PROTESTO SEM PRECEDENTES CONTRA DILMA E PT

O Brasil assistiu neste domingo, 13 de março de 2016, às maiores manifestações de rua de sua história. Mais de 3 milhões de pessoas vestiram verde e amarelo não apenas nas capitais e grandes cidades, mas também em pelo menos 239 cidades nas cinco regiões de todo o país.

O Presidente da FAPESP, Antonio Alves da Silva participou da manifestação na cidade de São José dos Campos. Muitos Diretores e Dirigentes da FAPESP em diversas cidades em todo o estado de São Paulo foram às ruas pedir mudanças por um Brasil melhor e mais justo.

Na cidade de São Paulo, maior termômetro do engajamento dos brasileiros nos protestos, imagens aéreas mostraram os 23 quarteirões da Avenida Paulista completamente tomados. Segundo a Polícia Militar, 1,4 milhão compareceram. Os números indicam que o ato teve uma adesão expressivamente maior do que aquele realizado em março do ano passado, que até agora era a maior mobilização popular do país.

A tônica das manifestações foi o repúdio ao governo Dilma Rousseff, ao Partido dos Trabalhadores, ao ex-presidente Lula e à corrupção endêmica desvendada pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

A bandeira do impeachment foi empunhada por milhares de pessoas em todas as regiões. A presidente Dilma Rousseff passou o dia encastelada no Palácio da Alvorada - só se pronunciou à noite, por meio de uma nota lacônica à imprensa.

Já tradicional boneco do Pixuleco, somaram-se cartazes, memes, máscaras, alguns "pedalões" e até uma espécie de carro alegórico representando o tríplex no Guarujá - tudo isso mostrando a corrosão inapelável da imagem do ex-presidente Lula. O grito de ordem contra o PT pôs o partido como grande responsável pelos dias difíceis que o país atravessa. O povo aclamou e apoio o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato. À tarde, Moro divulgou nota em que se disse tocado pelo apoio ao "trabalho institucional robusto que envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e todas as instâncias do Poder Judiciário", e pediu que "as autoridades eleitas e os partidos ouçam a voz das ruas e igualmente se comprometam com o combate à corrupção, reforçando nossas instituições e cortando, sem exceção, na própria carne". VAMOS AS RUAS!

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