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GOVERNO JUSTO É AQUELE QUE TRABALHA PARA O POVO!

Por Antonio Alves da Silva – Presidente da FAPESP

Cada vez mais aumenta a minha certeza de quem menos entende de economia no Brasil, são os economistas.

Ontem no Jornal da Cultura estavam presentes o ex-ministro Maílson da Nóbrega e o economista da USP, Antonio Corrêa de Lacerda. Ambos defenderam a aplicação de “remédios amargos” ao povo brasileiro para que o país se recupere da crise econômica criada pelo PT. Ambos também defenderam nas entrelinhas o PT e de maneira clara a continuação desse atual governo.

O senhor Maílson da Nóbrega afirmou categoricamente que a culpa da situação precária do Brasil foi causada pelos gastos em educação, pela Previdência Social, pela Saúde e pelos idosos. Deixou claro que os idosos são o grande problema já que dão altos custos ao governo e deixou a pergunta: “O que fazer com eles?”. Um absurdo!

O economista da USP, Antonio Corrêa, defende a continuação desse governo alegando que foi legitimado por mais de 50 milhões de brasileiros e que a democracia precisa ser preservada.

Presente no mesmo jornal, o comentarista Marco Antonio Villa disse que enquanto não resolver a crise política não se resolve a crise financeira e o primeiro passo é a saída da presidente Dilma do poder e a realização de novas eleições.

Marco Antonio Villa reforça que esse governo não tem nenhuma legitimidade já que foi eleito através de uma eleição fraudulenta e que a roubalheira do mensalão, petrolão/lava-jato tirou toda e qualquer legitimidade do atual governo e afirmou que a presidente Dilma é a chefe da quadrilha.

Depois desse debate no Jornal da Cultura, podemos nos questionar: Como fica o povo brasileiro? Vai pagar novamente a conta do remédio amargo causado pelo desmando e pela incompetência desse governo?

Quem deve pagar as contas do desmando do governo que colocou o Brasil no buraco é o próprio governo realizando uma verdadeira reforma administrativa que diminua gastos, cargos comissionado e ministérios. Os bancos devem repassar pelo menos 50% dos juros abusivos que são cobrados ao orçamento da União e com certeza isso já eliminará o rombo no orçamento estimado em 30 bilhões de reais.

As empresas que foram beneficiadas com a isenção de tributos, como as montadoras e as empresas que fabricam eletrodomésticos da linha branca e ainda as empresas que foram beneficiadas com a desoneração da folha, estas sim deverão assumir esse amargo remédio do ajuste fiscal, não o povo!

Só assim o governo além de cobrir o rombo do orçamento poderá iniciar a correção de rumo na economia. O Brasil é um dos países que mais arrecada impostos no mundo e o que temos de retorno? Insegurança, falta de atendimento médico, crianças sem escola. Não devemos mais admitir que o governo aprove medidas que massacrem mais ainda o povo brasileiro. O governo deve trabalhar para o povo e enquanto não fizerem isso a crise não acabará.

A Câmara Federal alega que caso o governo envie projetos de leis criando novos tributos que possam recair sobre a população, estes não serão aprovados pela Casa. Vamos estar atentos e cobrar tanto do governo como todo o Congresso Nacional para que não cometam injustiças e coloquem mais impostos ao povo! Queremos uma Previdência Social com administração quadripartite e poderes deliberativos que caminhe ao lado do governo e não como acontece hoje onde a Previdência tem bilhões de reais desviados e nada retorna. A Previdência é do povo!

O BRASIL DEVE VOLTAR A SER UM PAÍS PARA OS BRASILEIROS!

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