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Dilma veta fórmula 85/95 e irá impor progressividade

Vamos obrigar o Congresso Nacional a derrubar o veto da madrasta! Sem respeito e moral nenhuma a presidente Dilma Rousseff decidiu vetar a alternativa ao fator previdenciário aprovada pelo Congresso –a chamada fórmula 85/95–, e, ao mesmo tempo, editar uma medida provisória estabelecendo uma fórmula progressiva para o cálculo das aposentadorias sem nenhum diálogo com as Entidades e a população! Querem nos impor um fator injusto e prejudicar milhões de brasileiros. Um verdadeiro desrespeito! A 85/95 é um caminho, embora não seja o ideal e repudiamos a atitude vergonhosa desse governo impopular que deixa os aposentados a margem da sociedade!

Com a fórmula progressiva proposta pela presidente Dilma Rousseff para calcular as aposentadorias, o governo espera cortar, até 2026, em R$ 50 bilhões os gastos que teria com Previdência Social caso mantivesse a proposta fixa do Congresso. MAS MUDAR A APOSENTADORIA DELES, CORTAR SALÁRIOS CARGOS COMISSIONADOS ELES NÃO MUDAM! QUEM PAGA A CONTA É NOVAMENTE O POVO BRASILEIRO! TOMEM VERGONHA NA CARA! UM BASTA A FALTA DE RESPEITO COM OS APOSENTADOS!

É hora de cobrar a REJEIÇÃO DO VETO ao artigo da 85/95 sem a progressão. Vamos lotar de mensagens os deputados e derrubar esse desrespeito ao povo brasileiro.

O novo dispositivo começa a valer como lei já nesta quinta, e tem como ponto de partida a chamada fórmula 85/95, até 2019, essa fórmula vai subir um ponto a cada dois anos. Ou seja, em 2017 ficará em 86/96, em 2019, em 87/97. A partir de então, a fórmula subirá um ponto a cada ano, até chegar a 90/100, em 2022.

O ministro Carlos Gabas já admitiu ainda a possibilidade de a fórmula ultrapassar 90/100 após as discussões do fórum criado que ainda não tem data para começar.

A nova fórmula não anula o fator previdenciário —o trabalhador que quiser se aposentar antes de atingir a nova marca poderá ter o benefício, mas com os descontos impostos pelo fator.

O trabalhador pode pedir aposentadoria desde que tenha 30 e 35 anos de contribuição, mulheres e homens respectivamente, ou tenha 60 e 65 anos, com um mínimo de 15 anos de contribuição

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