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FAPESP COBRA SENADORES PARA REJEITAR AS MPS 664 E 665

A FAPESP está acompanhando toda a movimentação do Senado na votação dessas Medidas Provisórias tão cruéis com o povo brasileiro. Precisamos cobrar o Senadores que REJEITEM ESSAS MEDIDAS! A FAPESP cobrou novamente TODOS os senadores pedindo que as Medidas Provisórias 664 e 665 sejam REJEITADAS no Senado pelos senhores parlamentares. Vamos nos unir e pedir a não aprovação das MPs.

A FAPESP é TOTALMENTE CONTRA a MP 664 e 665. Votar essas Medidas Provisórias é sem dúvida uma crueldade sem limites com o povo, é um erro já que interfere nos direitos sociais e mais uma vez é um desrespeito descarado a dignidade dos Aposentados, Pensionistas e Idosos do nosso país que já vivem de maneira discriminada, a margem da sociedade com seus benefícios cada dia menores.

A FAPESP em nome dos 7 milhões de Aposentados e Pensionistas do Estado de São Paulo solicita que NÃO APROVEM essas Medidas injustas e impostas. Ajuste fiscal tem que ser feito dentro da máquina pública com muito critério e seriedade e não retirar direitos dos trabalhadores brasileiros que sempre pagam a conta da incompetência governamental.

Depois de uma rebelião da base aliada e com risco de ser derrotado, o governo precisou pedir que o Senado adiasse a votação da MP 655, que endurece as regras para o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. Seria a primeira medida do ajuste fiscal analisada pelo Senado este ano. A votação ficou para a próxima terça-feira.VAMOS DERRUBAR ESSAS MPS!

O Palácio do Planalto foi informado de que havia risco de derrota, já que o governo teria apenas de três votos a cinco votos de vantagem. O adiamento vai dar ao governo e aos líderes tempo para achar uma saída que evite uma derrota em um dos pilares do ajuste fiscal, por isso DEVEMOS PRESSIONAR O SENADO E REFORÇAR A NÃO APROVAÇÃO.

Um grupo de 11 senadores, formado por senadores da base aliada e da oposição, anunciou que votaria contra a medida. Dois deles são do PT, um do PMDB, um do PDT, um do PRB e um do PSD, partidos da base aliada. Os outros são do PSB e do PSOL. Eles lançaram um manifesto contra o ajuste fiscal, assinado inclusive por ex-ministros do governos e por entidades.

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