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DE OLHO NO CONGRESSO|| Deputados vão discutir fator 85/95 hoje

A FAPESP É CONTRA AS MPs 664 e 665 E LUTAMOS PELA DERRUBADA TOTAL DESSAS MEDIDAS IMPOSTAS PELO GOVERNO FEDERAL. O Fator Previdenciário vem prejudicando o trabalhador da ativa e todos os aposentados e queremos a EXTINSÃO desse fator e não trocar os meios de prejudicar os aposentados e idosos que lutaram para construir esse país. O COMPROMISSO DA FAPESP ESTÁ EM GARANTIR A DIGNIDADE DO APOSENTADOS, PENSIONISTAS E IDOSOS.

A guerra dos aposentados do INSS contra o fator previdenciário terá mais uma batalha hoje na Câmara dos Deputados. Uma proposta para trocar o fator previdenciário pela regra 85/95, menos prejudicial à renda dos segurados, será apresentada como emenda à medida provisória 664, que alterou regras de pensão por morte e do auxílio- doença.

O fator previdenciário foi criado no governo Fernando Henrique Cardoso para reduzir o valor do benefício de acordo com a expectativa de vida da população, na tentativa de que os segurados adiantassem a aposentadoria.

O objetivo não foi atingido e, hoje, quem se aposenta mais cedo tem o benefício reduzido. Pela regra proposta, conseguirá a aposentadoria o segurado que, na soma da idade com o tempo de contribuição chegar a 95, no caso dos homens, e a 85 , no das mulheres.

O autor da emenda, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB), afirmou que apresentará hoje a proposta como destaque à comissão que discute a MP 664. Para evitar rejeição do destaque, ele tentará fechar, ainda nesta manhã, acordo com o relator da comissão, o deputado Carlos Zarattini (PT). Zarattini disse que o governo tem interesse em acabar com o atual fator previdenciário e, por isso, acha ´possível a aprovação do destaque. “ Mas é preciso ir com calma, vamos analisar os detalhes do texto”, disse.

Se for aprovada na Comissão, a emenda ainda precisará passar pelo plenário, o que poderá ocorrer amanhã. Há apenas um impasse: a modificação no cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição. O deputado quer que sejam consideradas as 70% maiores contribuições no cálculo do benefício. Hoje, são usadas as 80% maiores contribuições.

A MP 664 muda as regras da pensão por morte do Inss e o cálculo do auxílio-doença aos trabalhadores.

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