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Saiba para quanto pode ir sua aposentadoria em 2016

O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado nos últimos 12 meses, terminados em março, foi o maior desde janeiro de 2004.

O índice é importante para os aposentados porque ele é utilizado na fórmula de reajuste dos benefícios pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Quanto maior a inflação, mais elevado será o percentual de aumento nas aposentadorias e pensões. Porém, também significa que o custo de vida aumentou.

As aposentadorias do INSS acima do salário mínimo têm apenas o reajuste da inflação – o governo considera o INPC de janeiro a dezembro do ano anterior. Já os benefícios iguais ao salário mínimo têm o mesmo reajuste dado para o piso nacional: a inflação mais o crescimento do país.

Para o ano que vem, porém, quem ganha o piso das aposentadorias ( de R$ 788, neste ano) não terá o chamado aumento real. Esses segurados terão o reajuste calculado com a inflação deste ano mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2014. Porém, no ano passado, o país cresceu pouco, apenas 0,1%.

O Agora mostra qual deverá ser o valor benefício do INSS no ano que vem. Foi considerada a inflação pelo INPC de 8,42%, referente aos últimos 12 meses. Para o piso, o cálculo também inclui o aumento de 0,1% do PIB.

O piso dos salários e benefícios deve ir para R$ 855,60 em 2016, alta de 8,58%. O teto do INSS pode passar dos atuais R$4.663,75 para R$5.056,44.

Aposentado em 2015 tem índice menor

Quem se aposentar neste ano terá um reajuste proporcional- o índice considera a quantidade de meses em que o beneficio foi pago.

O percentual final de reajuste das aposentadorias é divulgado pelo governo no início de cada ano.

Os descontos do Imposto de Renda que serão aplicados nos benefícios pagos no ano que vem ainda estão indefinidos. Aposentados pagam menos imposto a partir dos 65 anos.

Para o economista do Ibep (Instituto Brasileiro de Estudos Previdenciários) Rodrigo Lima, o cenário de inflação não deve se modificar ao longo do ano. “Teremos os preços mais ou menos neste patamar”.

(Fonte: Jornal Agora, Previdência Social, IBGE e Ibep)


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