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O Teto das Aposentadorias vai para $ 4.673 em 2015

Mais uma “maracutaia” contra os aposentados o salário mínimo em São Paulo já ultrapassou os $ 900,00. Os aposentados que contribuíram para o crescimento do Brasil são novamente jogados a margem do desenvolvimento. O Governo nos vê como massa falida que não contribui, só onera os cofres públicos.

O teto das aposentadorias do INSS deverá passar dos atuais $ 4.903,24 para $ 4.673,41 em 2015, segundo novas projeções divulgadas pelo Ministério do Planejamento. O valor é superior ao informado em agosto pela ministra da pasta, Miriam Belchior, de R$ 4.662,43. O salário mínimo e o piso dos benefícios devem passar de R$ 724,00 para $ 790,00, acima do previsto anteriormente, de $ 788,06.

As mudanças ocorrem porque a previsão do governo para o Índice Nacional de Preços ao consumidor (INPC) de 2014 passou de 6.2% para 6.45%, no dia 20 de novembro. O relatório com as modificações foi encaminhado ao presidente da Comissão Mista de Orçamento, Devanir Ribeiro. Ele irá incluí-las na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), que detalha as previsões de gastos do governo para o ano seguinte.

O reajuste do salário mínimo considera a inflação deste ano e o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do ano passado. Em pronunciamento pelo dia do Trabalho, a presidente Dilma Rousseff prometeu manter a política de reajuste acima da inflação do piso nacional, que só estava garantida até 2015.

Em razão desses aumentos, o impacto na despesa com benefícios previdenciários, assistenciais e seguro-desemprego será de $ 645,40 milhões em 2015.

O relatório final da LDO saiu no final de novembro. Até 10 de dezembro, a proposta deve ser votada pela comissão. Depois, a lei seguirá para votação no Congresso e, só após a aprovação, irá para a análise da presidente Dilma Rousseff.

O INPC de 2014 só será confirmado em janeiro de 2015, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga-lo.

Fonte: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Projeto de Lei Orçamentária 2015, IBGE, INSS e Jornal Agora.


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