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Tempo Especial melhora a aposentadoria por idade

O tempo especial garantido aos segurados que trabalham em atividades insalubres pode turbinar o valor da aposentadoria por idade concedida pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O benefício por idade pode ser pedido aos 60 anos, no caso das mulheres, e aos 65 no caso dos homens. Para consegui-lo, no entanto, é preciso ter quinze anos de contribuições para a Previdência.

Há ainda uma outra regra: o tempo especial pode ser usado apenas para aumentar os anos totais de contribuição, mas não pode ser utilizado como carência. A carência é a quantidade mínima de pagamentos para conseguir um benefício. Ou seja, a atividade especial não pode antecipar a aposentadoria por idade, mas aumentar o valor final.

Quando o segurado converte o tempo especial em contribuição comum, ele garante um bônus e consegue um tempo a mais em que, de fato, não fez pagamentos à Previdência Social.

Cálculo

O efeito positivo ocorre devido ao cálculo desse tipo de aposentadoria, pois, nesses casos, quanto maior o número de anos de contribuição, maior será o benefício.

O cálculo é feito da seguinte forma: depois de definir uma média com os 80% maiores salários desde julho de 1994, na aposentadoria por idade, o instituto paga 70% da média salarial mais 1% para cada ano de contribuição que ultrapassar o tempo mínimo exigido. Em geral, quem tem 30 anos de contribuição consegue 100% da média salarial neste tipo de benefício.

Fator Previdenciário entra no cálculo se for melhor

A aposentadoria por idade costuma ser mais vantajosa para quem começou a contribuir mais tarde ou ficou muito tempo sem trabalhar com registro em carteira, já que exige menos contribuição e uma idade maior.

O fator previdenciário, considerado o vilão das aposentadorias por tempo de contribuição, já que diminui o valor do benefício, só entra no cálculo da aposentadoria por idade quando for a melhor opção para o segurado. O INSS só concede 100% da média salarial quando o segurado tiver 30 anos de contribuição.

Em todos os casos, o melhor é sempre consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Portanto, procure o departamento jurídico de sua associação e esclareça suas dúvidas.

Fonte: INSS, Advogados Previdenciários, Jornal Agora


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