• facebook
  • Flickr
  • twitter
  • orkut

Acerte as contas com o INSS e garanta a aposentadoria

Os segurados que deixaram de pagar o INSS devem acertar o quanto antes a sua situação. Pagar os valores atrasados pode pesar no bolso do segurado se não houver um planejamento prévio. É preciso colocar no papel o quanto já foi pago à Previdência Social ao longo dos anos, e sobretudo, o quanto deixou de ser recolhido.

O cálculo da dívida que o trabalhador tem com a instituição é feito com juros e correção monetária. Para cada período em que o segurado deixou de pagar as contribuições, o órgão aplica percentuais diferentes. A dica dos especialistas é buscar ajuda antes de procurar o órgão para não ter surpresa.

Um exemplo é para os autônomos que querem pagar contribuições atrasadas, se ficou sem pagar o INSS por até cinco anos, o autônomo poderá fazer o cálculo de quanto deve no site www.previdencia.gov.br, em “Todos os Serviços aos Cidadãos”, no link “Cálculo da Guia da previdência Social GPS”.

Se parou de contribuir há mais tempo, é preciso ir ao posto, comprovar que exercia a atividade neste período e dizer que quer pagar os valores atrasados. Quando for à agência será preciso levar os documentos que comprovem a atividade, como recibos ou nota fiscal da compra de materiais.

O que muitos não sabem é que, em 1999, a Previdência Social alterou as regras para o cálculo do benefício e criou um mecanismo que é chamado de divisor mínimo. Ele é aplicado nos casos em que os segurados têm poucas contribuições depois de julho de 1994.

Esse mecanismo pode gerar reduções expressivas nas aposentadorias solicitadas ao INSS. Essa regra trem como objetivo evitar q eu os segurados com poucas contribuições após julho de 1994 consigam um benefício próximo ao teto.

Por isso, em muitos casos para quem tem poucos pagamentos depois de 1994, com pensa pagar as contribuições em atraso calculadas sobre um salário mínimo hoje em R$ 724,00.

Em todos os casos, o melhor é sempre consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Portanto, procure o departamento jurídico de sua associação e esclareça suas dúvidas.

Fonte: Previdência Social, Advogados Previdenciários, Jornal Agora.


Clique aqui para voltar.