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1º de Outubro - Dia Internacional do Idoso

CUIDAR DO IDOSO É RESPEITAR O NOSSO PRÓPRIO FUTURO PORQUE TODOS UM DIA IRÃO ENVELHECER!

O dia do Idoso deve ser todo o dia. O idoso merece e tem direito de ser respeitado! Afinal de contas a experiência de vida e aprendizado que os idosos têm é única. O idoso já trabalhou ou ainda trabalha para sustentar a família ou para ter o mínimo de conforto em seu lar, mostra a garra do povo brasileiro. Devemos lembrar a contribuição, o suor dado aos anos trabalhados para fazer um país melhor.

Infelizmente o governo federal não respeita os idosos, tiram o poder de compra de quem tanto trabalhou a vida toda. O Estatuto do Idoso pode parecer um sonho, mas não é cumprido. Não há políticas destinadas ao bem estar e saúde de qualidade ao idoso. Por isso a FAPESP luta para que esta situação mude para que no futuro os jovens tenham o mínimo de dignidade ao se aposentar.

Esta data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) a fim de qualificar a vida dos mais velhos, através da saúde e da integração social, instituir reflexões acerca das necessidades dos idosos e buscar formular estratégias, políticas e práticas em todos os setores, os idosos se realizem plenamente em seus direitos, consigam envelhecer com segurança e dignidade. O surgimento da data foi em razão de uma Assembleia Mundial sobre envelhecimento, realizada em Viena, na Áustria, em 1982.

As pessoas idosas são aquelas com mais de 65 anos, condição esta determinada pela Organização Mundial de Saúde, que os caracteriza como grupo da terceira idade. Com passos cada vez mais rápidos, a população acima de 60 anos, considerada idosa segundo o Estatuto do Idoso, tem conseguido alcançar índices muito positivos com relação à longevidade.

Segundo indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida atual para a região Sul do País é de 75,49 anos, o que representa um aumento expressivo de 22,79 anos em pouco mais de seis décadas.

O número e a proporção de idosos cresce rapidamente. Em 2050, a população mundial de pessoas com idade superior a 60 anos chegará a um total de dois bilhões, o que significará uma importante mudança no perfil demográfico do mundo.

É comum vermos pessoas colocando idosos em casas de repouso, para não ter obrigação e cuidados com os mesmos. Isso é uma falta de consideração e de responsabilidade social, pois os direitos dos idosos encontram-se na Constituição do Brasil.

No ano de 2003 foi criado o Estatuto do Idoso, que garante que seus direitos sejam respeitados. O regulamento traz várias disposições como: não ficar em filas; não pagar passagem de ônibus coletivo; descontos em atividades de cultura, esporte e lazer; adquirir medicamentos gratuitos nos postos de saúde; vagas de estacionamento; dentre outras, medidas em respeito à fragilidade em que os mesmos se encontram. Mas ainda hoje vemos a falta de respeito aos idosos no cumprimento dessas regras.

É preciso que o idosos sejam tratados com reverência e consideração, por serem mais velhos e por terem mais experiência de vida, aspectos fundamentais para a sua estabilidade emocional.

Cabe aos governantes investirem mais em acesso à educação; desfrutar de uma boa longevidade e boa saúde física e mental; participação ativa dos idosos na sociedade; combate ao abuso, à negligência, violência e maus tratos, combate à falta de respeito e discriminação de que são vítimas os idosos; inserção do idoso no mercado de trabalho.

No entanto, o progresso tem sido irregular com relação ao Plano Básico do Desenvolvimento do Milênio planejado pela ONU em todos os países e regiões. Por exemplo, nos países em que as pessoas idosas são mais afetadas pelo HIV são os avós que têm de lidar com o cuidado de seus netos órfãos. Já na África, 20% das mulheres rurais com mais de 60 anos são as únicas fornecedoras para seus netos. Essas pessoas que assumem outras responsabilidades, além de terem de cuidar de sua própria saúde, muitas vezes conseguem pelo menos a mera sobrevivência.

Quanto à inserção do idoso no mercado de trabalho, a ONU propõe uma mudança de paradigma para resolver o grave problema de envelhecimento da população e evitar a quebra dos sistemas de previdência nos países mais pobres.

Os idosos fazem parte da sociedade e os jovens de hoje também irão um dia envelhecer por isso, a luta da FAPESP não está somente nos interesses dos idosos de hoje, mas também no futuro. O mundo pode estar pronto para os jovens, mas devemos nos preparar para amadurecer a sociedade e construir um mundo melhor , mais justo e digno a todos os idosos.

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